domingo, 15 de julho de 2012

Sabe quando uma pessoa entra na sua vida sem querer? E ela fica, pra valer?
É, assim aconteceu comigo.
Éramos crianças... prédios vizinhos. Nem me dava conta da existência dele. Anos depois, após ter ido embora para outro estado com a família, ele regressara para visitar o Rio. E nessa visita... nos olhos se viram de maneira diferente...
Ainda me lembro. Sabe aqueles olhares cheios de medo de serem vistos, mas que teimavam em se encontrar? E essa mistura castanha com verde se entrelaçava cada vez mais... até que veio o primeiro beijo. E mais e mais primeiros beijos porque eram viciantes demais...
E passeamos por Copacabana, pela Bahia da Guanabara, Niterói, Praia de Grumari... vimos o por do sol, passeamos pelo bairro... tiramos fotos lindas... dias lindos e apaixonantes. Tivemos até uma música "More than words" que estava na moda na época, na voz do Westlife.
Mas o passeio acabou e ele teve de ir embora... doeu tanto. Continuamos a nos falar por telefone, carta... mas o tempo nos venceu.
Nos vimos seis anos depois, numa linda manhã depois de tantos encontros e desencontros. E num beijo apaixonadamente doloroso nos despedimos uma vez mais...
Seguimos amigos pela internet, mas eu sempre sonhando em vê-lo de novo... e os papos iam aumentando e o tempo passando. Mais cinco anos depois, de repente, nos víamos nos declarando um pro outro. Falando do desejo de viver o que nos foi impedido... e mais promessas de vir pro Rio, de viajarmos juntos, falando de sonhos, de futuro, de resgate ao passado.
Quase que ao acaso nos vimos. Fui a cidade dele para um show e não conseguia falar com ele. Mas finalmente nos encontramos... Durante o trajeto até lá o coração batia forte... eis que de repente lá estava ele diante de mim... Foi uma tarde/noite de pura nostalgia. Nossos olhos, nossa pele, nossos cheiros misturados... coração batendo forte... o desejo tomando conta de nós.
E com a alvorada mais uma despedida dolorosa... um único beijo com gosto de esperança, uma promessa, um deslizar das mãos que queriam se unir...
Resta-nos a tomada da decisão, os elogios via internet, os soluços de desejo. Quem fica? Que vai? Quem cede? Quem ama mais? Esse amor vale a pena? Esse amor é certo? Ou o certo estava errado esse tempo todo...?

Eu não sei como encontrar uma resposta, uma razão, um desfeixo... eu só sei que eu...
Eu te amo...

EU TE AMOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!



domingo, 13 de março de 2011

A música em minha vida

Lembro da música em minha vida desde bem pequena. Bem, segundo minha mãe, ela escutava a extinta rádio Antena 1 quando estava grávida de mim.
Durante a infância eu tive vários daqueles pianinhos de 3 pernas (aqueles de montar)... e aos 9 anos comecei a estudar piano. Infelizmente não levei a frente, mas na época ganhei um piano de madeira, que vinha um banquinho (tenho o banquinho até hoje!) e foi através do meu piano que "entrei" pra música. Foi através dele que aprendi as notas e comecei a entender os sustenidos e bemóis da vida. Na adolescência, eu não fazia muito ideia da localização da notas na pauta, já havia esquecido tudo que estudei nas aulas de piano. Então uma amiga me explicou, anotando a disposição das notas em um pedaço de papel, e depois nunca mais esqueci. Aos menos a primeira escala, rs! Eu anotei as notas à lápis nas teclas do piano, hehe... Aos 16 anos resolvi ir para o sopro. Na igreja que eu frequentava iria iniciar um curso de flauta doce grátis. Então lá fui eu. A turma começou cheia, mas como tudo que é grátis a maioria das pessoas não valoriza, só sobrou eu na turma. Mas continuamos as aulas mesmo assim. Aprendi algumas notas mais e já fomos paras os hinos do HCC. Eu nem sabia o que era tocar e fui aprendendo as outras notas e tempos na marra, tocando e ouvindo meu professor tocar. Então começamos a tocar na igreja e daí apareceram mais pessoas pra tocar. Aos domingos pela manhã éramos madeiras e cordas. Eu adorava tocar... Lembro de alguns cultos em que tocamos minha amiga Aline e eu no pósludio.
A paixão pelo sopro e pela música foi crescendo. Eu comecei a cantar no coral da igreja, e depois em vários conjuntos. Tive até o meu próprio, que se chamava Joy (pura falta de nome, rs). Mas não durou muito tempo, não tínhamos tempo para ensaiar e o grupo acabou ficando pros álbuns de retratos. Cheguei a ir em uns três congressos dos Músicos Batistas Cariocas, onde cantei no coral e toquei flauta doce na orquestra, com minha amiga Joice.
Depois que comecei a dar aulas, sim... sou professora, eu fiquei com dificul
dades pra cantar, até que tive de deixar o canto, pelo muito uso da voz. Isso me deixou triste, pois eu adoro cantar. Mas também me incentivou a finalmente comprar minha flauta transversa. Daí, aos poucos, abandonei a flauta doce. Comecei a ter aulas com um professor particular, que me levou pra tocar na igreja dele para me habituar ao instrumento. E fiquei tocando algumas vezes lá...
Depois de um tempo, comecei a frequentar mais os ensaios dessa igreja, os cultos e acabei por ficar lá de vez. Hoje em dia faço parte da Orquestra da Primeira Igreja Batista em Campo Grande. Tenho muito o que melhorar, mas só de poder estar juntos com os irmãos ensaiando, aprendendo mais e mais, já me deixa muito feliz! E é muito bom... tocamos todos os domingos!
No início eu não aceitava isso muito bem, achava que estava "perdendo" meus domingos na igreja, me sentia presa. Eu queria sair, ficar na internet... Mas aprendi o quão valorozo é estar com os irmãos, e como são importantes os ensaios. Nós nos divertimos muito com nossa Ministra de Música Maria Angélica e os erros de cada um. Esse domingo mesmo foi uma comédia pra eu afinar a flauta, rssrsrs... Tocamos em casamentos, ensaiamos adoidado quando temos musicais por perto. Enfim... a música toma conta de mim...
Quero poder agora, retomar os estudos da música e ensaiar mais... porque a música requer estudo constante. Eu não sou uma instrumentiiiiiiiista. Eu toco por hobb, porque eu gosto. Toco de ouvido algumas coisas... nunca fiz um curso de música como deveria. Mas eu quero voltar a estudar... Por enquanto vamos assim, levando na flauta, rs!

Beijinhos,
Mari

Pra começar

Eu tenho vários blogs, cada um para um fim... Mas até hoje não criei um pessoal.
Bem, eu até tive um, mas nem sabia mexer na época... está abandonado por aí.
Decidi criar o meu diário eletrônico. Falar de mim, do que eu gosto, do que eu acredito; É mais um meio de registro. Não estou preocupada em provar minhas convicções, mostrar ao mundo que eu gosto de rosa, azul e lilás e que essas são as melhores cores pra se escolher.
Então, vez enquanto, fugindo de um blog ou outro... passo por aqui. Vou tentar ir contando um pouco de mim... Quem sabe assim, eu me descubra.
A foto ao lado mostra uma parte de mim. Nesta vemos uma forma de eu arrumar meu cabelo e também diz que eu amo flores. Bati essa foto de mim mesma e nem sabia que ela ia ficar tão linda ( sou modesta também,rs... ). Esse dia era aniversário do meu avô.
Escrevo este post ouvindo "Best of Joy", de Michael Jackson, alguém que com certeza vocês ouvirão falar bastante. Essa letra é preciosa... Já ouvi esta música várias vezes (sim, eu ouço uma música repetidamente).
Outro fato da minha vida que irão saber é que tenho insônia. Preciso acordar cedo pra trabalhar e não estou com um pingo de sono. Mas enfim, vou nessa, encontrar o tal do sono porque os babies me esperam.

Beijinhos,
Mari